sexta-feira, 18 de junho de 2010

Sinto a falta. De tudo e de nada. Do que foi e tão mais, de tudo o que poderia ter sido. Queria tudo de volta. Sem perguntas, sem problemas, complicações e consequências. Queria porque sim, parece-me mais que suficiente. A loucura das noites e a harmonia tranquila das manhãs. Como é que podemos não nos agarrar ao que estavamos a viver? Como é que podemos não ter consciência de que era quase demasiado perfeito?
A ansiedade de um beijo, preenche-me agora um dia inteiro. Vinte e quadro horas longas, dolorosas e solitárias. Se soubesse que ia ser assim, teria-te beijado durante todo o tempo que foi nosso.